Qual é o Valor da Arte? Quando o Inútil se Torna Essencial

Há quem olhe para uma pintura, veja uns rabiscos e diga: "Isto? Até o meu filho de três anos fazia." E depois há quem fique parado, hipnotizado, a tentar perceber o que aquele emaranhado de cores desperta cá dentro. O valor da arte não está no preço que alguém lhe atribui num leilão qualquer, mas no impacto invisível e poderoso que tem na nossa vida. E, sim, antes que perguntem: não, o quadro da banana colada com fita adesiva não é só uma brincadeira.

Fotografia de um quadro na parede. No Quadro é possivel ver várias margarias a preto e branco e um borboleta destaca a azul

O Preço vs. o Valor

Vamos lá desmistificar uma coisa: arte não é só coisa de milionário com dinheiro a mais. Claro, há quem dê milhões por uma tela com um quadrado preto e um fundo branco (olá, minimalismo extremo!), mas a verdadeira magia está no valor subjetivo que atribuímos às obras. É aquela música que nos faz viajar no tempo, aquele filme que nos arranca lágrimas mesmo quando juramos que "não somos dessas pessoas", ou aquele livro que nos vira do avesso.

A arte não se mede em euros ou dólares; mede-se nas histórias que conta, nas memórias que resgata e nas emoções que desencadeia. E, convenhamos, já tentaram pôr um preço numa lágrima de nostalgia ou num sorriso de admiração? Boa sorte com isso.


O Impacto Invisível da Arte

Quantas vezes uma fotografia antiga fez-vos sentir saudade de algo que nunca viveram? Quantas vezes um poema descreveu-vos melhor do que vocês próprios conseguiriam? A arte tem esta capacidade quase mágica de nos conectar com o intangível, de nos lembrar que somos mais do que a soma das nossas rotinas e responsabilidades.

E não, não é só para os "sensíveis" ou para quem gosta de passear em galerias e fingir que entende de perspetiva e luz. A arte está em todo o lado: nos murais de street art, nas playlists que animam os nossos dias e até naquela chávena de café artesanal que parece uma pequena obra-prima. A questão não é se gostamos de arte, mas sim se já nos demos ao trabalho de reparar nela.


A Arte na Nossa Vida

Imaginem um mundo sem música, sem filmes, sem livros, sem aquela decoração improvisada com fotos de viagens. Pois, seria uma realidade bem cinzenta. A arte é a pausa necessária, o escape que nos permite respirar fundo e, às vezes, até redescobrir quem somos. É o que nos lembra de sonhar, questionar e, ocasionalmente, rir de nós próprios.

A arte está presente na arquitetura que nos rodeia, nos detalhes das ruas que percorremos todos os dias, muitas vezes sem reparar. Já se perguntaram por que certas cidades nos encantam? Porque há arte na forma como os edifícios se alinham, na disposição das praças, nas cores das fachadas. É a arte urbana que nos envolve sem pedir licença.

E o que dizer da literatura? Quem nunca se perdeu numa história, viajando para mundos desconhecidos, conhecendo personagens que, no fim, se tornam quase amigos? Os livros são portais que nos transportam para outras épocas, outras culturas, outras formas de sentir e pensar. Cada página é uma prova de que a arte das palavras é uma das mais poderosas que existe.

No cinema, vivemos vidas que não são as nossas, experimentamos emoções que talvez nunca sentiríamos no nosso quotidiano. Choramos, rimos, ficamos de coração apertado e, no fim, percebemos que aquelas imagens, sons e histórias deixam uma marca indelével na nossa memória. A sétima arte tem essa capacidade única de condensar, em minutos ou horas, a essência da experiência humana.

E a música? Ah, a música! Desde os ritmos ancestrais até às produções modernas, ela tem o poder de nos fazer dançar, chorar, recordar e até sonhar. Cada nota, cada melodia é um pedaço de sentimento traduzido para uma linguagem universal que todos compreendemos, independentemente da língua que falamos.


Conclusão: O Valor Inestimável da Arte

Então, qual é o valor da arte? É o valor da vida que ela nos devolve, em forma de cor, som, palavra e sensação. É o que nos mantém ligados ao nosso lado mais humano, criativo e sensível. E, da próxima vez que alguém vos disser que arte não serve para nada, façam um favor: mostrem-lhes o vosso sorriso mais sarcástico e perguntem-lhes como seria o mundo sem ela.

E vocês, que tipo de arte vos toca mais? Deixem nos comentários – e não se esqueçam de seguir o blog no Instagram para mais reflexões inspiradoras com um toque de ironia. 


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3 Comentários

  1. A arte é magnífica ela é preciosa que muitas vezes não tem preço, Teresa bjs.

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  2. L'arte si deve saper apprezzare in molte cose della nostra vita....non solo in opere rinomate.
    Buona serata

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  3. I love how you highlight the true value of art beyond its price. For me, literature and music are the most moving — they always transport me to different worlds. Great post, thank you for sharing!

    Anyway, I'm your new follower, I hope you can follow back. Thank you so much :)

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